Emissão avulsa ou em lote
Uma nota por vez, com resposta na hora, ou várias numa chamada só. O lote vai assíncrono e você consulta o resultado depois.
Uma chamada REST e a nota vai para a SEFAZ assinada, validada e com o DANFE pronto. Sem instalar emissor, sem abrir outro programa, sem digitar a mesma venda duas vezes.
{
"naturezaOperacao": "Venda de mercadoria",
"destinatario": {
"cnpj": "12345678000199",
"razaoSocial": "Cliente Exemplo Ltda"
},
"itens": [{
"descricao": "Parafuso sextavado",
"ncm": "73181500",
"cfop": "5102",
"quantidade": 100,
"valorUnitario": 0.85
}]
}
{
"situacao": "Autorizada",
"protocolo": "141260000517862",
"chaveAcesso": "41260812345678000199550010..."
// XML e DANFE ficam acessíveis por esta chave
}Emitir é a parte fácil. O que dá trabalho é o que vem depois — e é isso que costuma faltar.
Uma nota por vez, com resposta na hora, ou várias numa chamada só. O lote vai assíncrono e você consulta o resultado depois.
Cancelamento dentro do prazo legal e CC-e para corrigir o que a lei permite corrigir. Os eventos ficam registrados junto com a nota.
O PDF sai da API pronto para imprimir ou anexar num e-mail. Sem gerador de PDF do seu lado.
Se a SEFAZ do seu estado parar, a emissão passa sozinha para o servidor de contingência — depois de três falhas seguidas, para não trocar de ambiente por causa de uma oscilação.
O número é reservado numa operação atômica, então duas vendas simultâneas nunca recebem o mesmo. E número reservado que não chegou à SEFAZ volta para a fila em vez de virar buraco na sequência.
Mandou de novo porque a rede caiu no meio? Com a chave de idempotência, a segunda chamada devolve a mesma nota em vez de emitir outra.
Pergunte à SEFAZ a inscrição estadual e a situação de um contribuinte antes de faturar para ele.
Você cadastra o certificado uma vez. A senha é guardada cifrada e nunca volta a aparecer — nem para você, nem para nós.
A gente cadastra sua empresa e entrega uma chave de API do ambiente de homologação. Nota emitida ali não vale fiscalmente — serve para você errar à vontade.
Você envia o certificado A1 e emite a primeira nota de teste. Quando o XML passar na validação e a SEFAZ devolver autorizada, está pronto.
Liberamos o ambiente de produção com uma chave nova — separada da de teste de propósito. Você troca a chave na sua aplicação e começa a emitir de verdade.
O valor depende de quantas notas você emite por mês e de quantos CNPJs precisa atender. Conte o seu caso e a gente responde com um número.
Poucas notas por mês, um CNPJ. Para quem está começando a emitir.
Volume maior e mais de um CNPJ, sem trocar de integração.
Você revende para os seus clientes. Falamos de volume e de suporte técnico.
Sim. A nota é assinada com o certificado da sua empresa — é assim que a SEFAZ sabe que foi você que emitiu. Trabalhamos com A1 (arquivo .pfx). Você cadastra uma vez e a senha fica cifrada.
Não. Hoje emitimos NF-e modelo 55. Preferimos dizer isso agora do que você descobrir depois de contratar.
Se ele fizer chamada HTTP, funciona — é uma API REST com JSON, sem SDK obrigatório e sem componente para instalar. Não temos integração pronta com ERP de terceiro: quem faz a chamada é o seu sistema.
Depois de três consultas de status seguidas sem resposta, a emissão passa automaticamente para o servidor de contingência do seu estado. Quando a SEFAZ volta, você retorna ao normal.
Ficam. O XML autorizado e os eventos são acessíveis pela chave da nota. A guarda legal é de cinco anos e a responsabilidade por ela continua sendo da sua empresa — vale manter a sua própria cópia.
Sim. Todo cliente começa em homologação, que é o ambiente de teste da própria SEFAZ. Nota emitida lá não tem valor fiscal.
A gente. Somos uma equipe pequena e o suporte é direto, sem fila de atendimento. Não temos SLA contratual publicado — quando tivermos, estará escrito aqui.
Quantas notas por mês, quantos CNPJs e qual sistema você usa. Com isso já dá para responder com preço e prazo.